Porquê devemos pagar manutenção?

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Acabo de voltar de uma reunião com um cliente interessado em desenvolver uma loja virtual conosco. Após uma breve apresentação, foram levantadas algumas dúvidas. Eis as questões:

- Podemos ter total controle sobre a ferramenta?

- O que posso fazer com ela? Colocar fotos, distribuir os produtos, categorizar, etc.?

- Caso eu não consiga fazer algo, terei que pagar por isso?

Das três questões acima, para o pessoal que acessa o  Bate-papo sobre e-commerce e quem já está inserido no mercado, a última questão é a que mais vai parecer absurda, por razões óbvias…

A tal da taxa de manutenção é um item potencialmente afugentador do cliente potencial. Afinal, por que pagar manutenção de forma mensal sendo que nem sei se vou utilizar o serviço? Eu não pago meu mecânico mensalmente, a cargo de “manutenção mensal” - muitos me respondem.

Outros já se ofendem ainda mais, alinhando nosso trabalho às políticas comerciais dos planos de saúde (!!!) existentes no Brasil. O que muitas pessoas não enxergam é que aquele “cara da TI” da empresa no qual trabalham ou já trabalharam, aquele que não possui hora de almoço, não tem final de semana, não dorme, etc., enfim, é o que está por trás da grande maioria das lojas virtuais.

Digo grande maioria porque algumas lojas virtuais nasceram de desenvolvimentos free-lancers, aqueles desenvolvedores de sites que fazem sites por conta própria, sem equipe para desenvolver ou para dar suporte. A partir do momento em que o site está no ar, o cliente proprietário do site acaba por se tornar dono de uma empresa no mundo da internet sem que realmente saiba o que deve fazer.

Valorizar este profissional ou a empresa que faz a sua loja é indispensável ao sucesso do seu empreendimento. Por isso a manutenção contínua se faz necessária. Cuide da parte que lhe compete, que é fazer o seu negócio crescer, que seu braço tecnológico se vira com o resto.

Na última palestra do Bate-papo, tivemos o Rodrigo Maruxo, Diretor de Operações da NetShoes, uma das mais importantes empresas do cenário do e-commerce nacional, falando sobre os 8 elementos-chave para um e-commerce bem sucedido.

Para a sorte de todos, o assunto fluiu abertamente entre os presentes, entre especialistas do setor e empreendedores sedentos por informação. Um dos pontos mais focados pelo pessoal, foi o da gestão estratégica e decisão sobre em qual negócio investir neste ambiente virtual.

Muitas pessoas querem entrar nesse mercado única e exclusivamente pelo fator dinheiro. Todos os canais de mídia e portais demonstram o crescimento no faturamento do mercado virtual brasileiro, com uma vertente de crescimento contínua. Acontece que, da mesma forma que muita gente dá certo nesse mercado, muitas pessoas se equivocam com relação ao mercado a ser atingido.

Ou seja, para que qualquer negócio dê certo, há de ser feito um plano de negócios.  Segue uma dica de ferramenta de Plano de Negócios que o Sebrae disponibiliza: http://www.sp.sebrae.com.br/midiateca/multimidia_e_softwares/spplan . É só acessar, fazer o download e montar seu Plano de Negócios. Há um tutorial para quem se perder um pouco a respeito, ok?

E bons negócios a todos! Nos vemos no topo!!!

Abraço do Felipe Varejão



 

 


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